terça-feira, 21 de junho de 2011

O ser Humano!!

O ser humano moderno se acostumou a desrespeitar os ciclos naturais da vida e a usar a inteligência dada por Deus para recriar uma atmosfera artificial que promova um crescimento acelerado para tudo.
Com isso, muitos cristãos não aceitam mais viver os ciclos de plantação, germinação, crescimento, fortalecimento e reprodução planejados pelo nosso criador em suas vidas. Querem crescer rápido, se expandir logo e conquistar tudo em pouco tempo.
Na agricultura, o uso de aditivos químicos para o desenvolvimento acelerado e a maturação das frutas, verduras, legumes e cereais, tira a vitalidade desses alimentos, e consequentemente a função primordial deles em nosso organismo.
Há tempo de nascer e de morrer, de se esforçar e de descansar, de sofrer e de curtir, de falar e de se calar, de orar e de testemunhar. Estes ciclos naturais se aplicam a todas as áreas da nossa vida: física, espiritual, escolar, profissional, ministerial, entre outras.
Que sejamos todos como a árvore plantada junto ao rio, que no devido tempo dá o seu fruto, cheio de força vital. Se tivermos nossas raízes plantadas na fonte de águas vivas, que é Jesus, tudo o que fizermos será bem sucedido.

Frase do dia

Se DEUS é por  nos quem será contra nos.

terça-feira, 3 de maio de 2011

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Profissionais da rede privada de saúde recebem treinamento para enfrentar dengue.

Equipe multidisciplinar esclareceu médicos e enfermeiros sobre os cuidados com o diagnóstico da doença

 
A Secretaria de Estado de Saúde e Defesa Civil do Rio de Janeiro (Sesdec) realizou um curco de manejo clínico da dengue especialmente voltado para médicos e enfermeiros da rede privada do Rio de Janeiro. O objetivo foi capacitar as equipes de atendimento para os critérios de casos suspeitos, quadro clínico da doença, exame físico, classificação final e sistema de informação. Também foram abordados os cuidados clínicos com gestantes, crianças e adultos.
A capacitação é resultado de um convite enviado às principais redes de saúde, unidades que possuem maior fluxo de atendimento. O Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro (Cremerj) e a Confederação Nacional de Saúde ficaram encarregados de divulgar a ação nas demais unidades.
" Este é o primeiro curso específico destinado à rede privada. Já realizamos mais de 20 capacitações no estado do Rio de Janeiro, e a rede privada é sempre convidada. O objetivo é capacitar médicos e enfermeiros no atendimento adequado do manejo clínico da dengue. Observamos que não existe distinção em quem é acometido pela dengue, todos são pacientes e precisam ser bem atendidos" , explicou a subsecretária de Vigilância em Saúde, Hellen Miyamoto.
A Sesdec já capacitou mais de 1,2 mil profissionais de saúde, tanto dos hospitais da rede estadual de saúde como da atenção básica de mais de 60 municípios fluminense, ocasião em que são oferecidas vagas para o setor privado. O curso contou com a participação de mais de 100 profissionais de saúde e foi ministrado no auditório da Firjan, no Centro do Rio de Janeiro.

 
Fonte: Isaude.net

Brasil terá vacina contra dengue antes de vencer problema de saneamento básico

          Cientistas esperam que a população brasileira possa ser imunizada contra os quatro tipos de vírus da dengue dentro de aproximadamente cinco anos. O prazo para resolver o problema epidemiológico é bem inferior ao tempo de que o país precisa para universalizar o saneamento básico, apontado como uma das causas para a prevalência da dengue. Segundo o governo federal, apenas em 2030 todos os brasileiros terão água encanada e rede coletora de esgoto em suas casas.
" Um dos problemas da dengue e outras doenças negligenciadas é que elas cresceram onde não há infraestrutura adequada. As pessoas têm que armazenar água, as prefeituras não conseguem recolher o lixo. Isso vai levar anos, talvez décadas para que a gente consiga resolver completamente" , afirma o secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa. " Muitas dessas doenças negligenciadas são de pessoas negligenciadas" , assinala Barbosa, ao lembrar da incidência de tuberculose, hanseníase e de doenças parasitárias entre as pessoas que vivem em domicílios com pouco espaço e muitos moradores. " São pessoas que vivem em condições insalubres" , acrescenta, ao dizer que o tratamento médico gratuito não é suficiente para melhorar a vida das pessoas.
Na avaliação do secretário, a situação social torna a pesquisa em saúde ainda mais importante. Barbosa lembra que a pesquisa pode oferecer boas ferramentas de prevenção e controle de doenças. " Quando olhamos o panorama de doenças tropicais negligenciadas, as que persistem são aquelas em que as ferramentas disponíveis não são as melhores. E, por isso, o desenvolvimento científico e tecnológico é muito importante."
" O desafio é desenvolver estratégias capazes de aumentar o acesso à saúde. Para isso, a gente também precisa de pesquisa operacional para ver qual a melhor estratégia para ver a maneira daquela população ser alcançada" .
Um quarto da pesquisa científica feita no Brasil é na área de saúde, o que torna o país referência mundial. " Temos desde pesquisas para buscar a modificação genética do mosquito da dengue até pesquisa para infectá-lo com um microrganismo que não faz mal para as pessoas e reduz a capacidade dele de se infestar com vírus da dengue" , diz o secretário de Vigilância em Saúde.
Segundo Barbosa, o país faz pesquisa básica, desenvolve ferramentas para atendimento à população, cria kits de diagnóstico, produz novos medicamentos e participa de testes e pesquisas operacionais para avaliar e implementar estratégias de imunização. " O Brasil tem um papel importante no campo da pesquisa de doenças tropicais. O país está procurando desenvolver sua vacina e está ajudando a testar a vacina que não é produzida aqui, mas, seguramente, será muito útil para o programa brasileiro de controle da dengue" , atesta Barbosa.
A pesquisa mais adiantada envolve o Núcleo de Doenças Infectocontagiosas da Universidade Federal do Espírito Santo, que participa dos testes clínicos de uma vacina desenvolvida pelo laboratório francês Sanofi Pasteur em 11 países tropicais. Além dessa pesquisa, o Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos Bio-Manguinhos, ligado à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro; e o Instituto Butantan, vinculado à Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, trabalham na produção de vacinas em parceria com laboratórios internacionais.
Fonte: AGÊNCIA BRASIL